segunda-feira, 13 de junho de 2011

A necessidade do poder


A necessidade do poder










O poder parece ser uma necessidade em muitas pessoas. E com ele muitas coisas aparecem associadas: sucesso, admiração, competição, valor, dinheiro, status e especialmente o controle e a superioridade do “eu”.
O poder pode ser gostoso e sedutor, mas anda na contramão dos relacionamentos humanos. Em uma relação de poder fica implicita uma diferença de “valor” entre as partes. Como se um ser – e suas vontades e necessidades – fossem menos importantes que as do outro.
O irônico dessa história é que só tem sede de poder, controle e superioridade quem se incomoda com e possui dentro de si os sentimentos opostos – falta de poder, falta de controle e inferioridade.
Esse raciocínio é muito lógico. Quer mais dinheiro quem pensa que não tem o suficiente, quer emagrecer quem pensa que está acima do peso, quer ser melhor quem não suporta a idéia de que existem pessoas que se destacam mais do que você.
O maior desastre que a luta pelo poder causa são as guerras. O segundo maior desastre são os amores incompletos. Amor e poder andam na contramão. Respeito poderia ser um belo substituto do poder nos relacionamentos – não só amorosos, mas familiares, de amizade, coleguismo, e assim por diante.
Precisamos mesmo imbutir o poder em nossa imagem?

Disponível em: <http://www.terapiaemdia.com.br/?cat=48&paged=2>.Acesso em : 13 de junho de 2011.


*Texto blogado para que você leia e reflita =D

Você Precisa de Psicoterapia ?

Será que você precisa de terapia?


Como sabemos se precisamos fazer terapia ou não? Às vezes as pessoas a nossa volta nos sugerem, outras vezes a decisão é nossa e parte de uma percepção de que as coisas não vão bem ou que poderiam estar melhores. Mas e aquelas pessoas que sofrem em silêncio, sem saber se devem ou não buscar uma ajuda profissional?
Pensando nisso, o psicólogo americano da Universidade de Harvard Robert Epstein (http://drrobertepstein.com/) desenvolveu um inventário sobre saúde mental, baseado no DSM, capaz de indicar se a pessoa deve procurar ajuda de um profissional de saúde mental – psiquiatra, psicólogo, psicanalista, etc..
Para quem sabe inglês, esse inventário pode ser feito pela internet no http://doyouneedtherapy.com/
Resolvi traduzir as alternativas do teste e colocar aqui no terapiaemdia.com.br
Nos últimos 6 meses tenho me sentido cansado, fatigado, irritadiço, tenso  ou distraído.
Me sinto extremamente temeroso quando exposto a algum objeto ou situação em particular, e quando exposto sinto muito medo ou pânico.
Tenho sentido nos últimos anos sintomas de dor ou mal-estar ou outras disfunções físicas que não puderam ser detectadas por exames médicos.
No último mês minha fala ou meu pensamento tem às vezes sido incoerente ou confuso.
Eu acredito fortemente que minha aparência é defeituosa, e isso faz me sentir nervoso ou ansioso.
Acredito fortemente que estou doente, apesar de meu médico me garantir que sou saudável.
Tenho muito medo de algo ou alguma situação, e esse medo me atrapalha no meu trabalho ou em casa.
Tenho certeza que sou perseguido, mesmo que outros não concordem com isso.
Estou numa relação amorosa que é muito insatisfatória para mim e não consigo sair dela.
Tenho medo de ficar perto de pessoas em certas situações e percebo que esses medos são irracionais ou excessivos.
Estou em um relacionamento que me gera sentimentos dolorosos com frequência.
Tenho dificuldades para controlar meus impulsos para apostas e jogos.
Tenho me arriscado muito por não pensar nas consequências.
Tenho muito medo de situações em que devo interagir com outras pessoas.
Tenho me sentido deprimido na maioria dos dias por pelo menos 2 semanas.
Em algumas situações sociais me sinto muito ansioso.
Não vejo nada de errado em mentir e não me importo muito com a segurança e o bem-estar dos outros.
Com frequência tenho pesadelos sobre experiências ruins que tive no passado.
Recentemente meu nível de energia tem estado estranhamente baixo.
Durante o último ano tive que aumentar meu consumo de álcool ou drogas para ter satisfação ou para lidar com meus problemas.
Acho difícil ou impossível me excitar sexualmente ou atingir o orgasmo.
Por pelo menos duas semanas tenho achado difícil sentir prazer em atividades diárias que costumava gostar.
Tenho pensamentos repetitivos para me acalmar ou para previnir que algo terrível aconteça.
Durante o último ano meu humor mudou mais de uma vez de depressão para euforia.
Me sinto incapaz de ter uma relação íntima com outra pessoa.
Meus hábitos alimentares mudaram muito em pouco tempo.
Com frequência como muito e depois provoco o vômito ou uso laxantes ou outros métodos extremos para evitar o ganho de peso.
Durante o último ano tentei e não consegui diminuir o consumo de álcool, drogas  ou cigarros.
Durante o último ano eu tive que beber mais álcool ou consumir mais drogas para satisfazer minha vontade.
Por pelo menos 6 meses tenho estado muito ansioso e preocupado sobre várias coisas e atividades.
Com frequência tenho lembranças de um evento traumatico que sofri.
Com frequência ajo impulsivamente e isso me causa problemas.
Alguns pensamentos que considero irracionais ou excessivos têm me ocorrido repetidas vezes.
Meu humor varia rapidamente de deprimido à eufórico sem razões aparentes.
Me preocupo muito com meu peso ou minha aparência e por isso como ou me exercito de maneira considerada anormal pelas pessoas.
A pelo menos um mês tenho escutado ou visto coisas que não parecem reais enquanto acordado.
Às vezes sou incapaz de controlar a raiva.
Tenho comportamentos ou pensamentos repetitivos e não consigo evitá-los.
Por pelo menos uma semana quase não tenho precisado dormir.
Tive um episódio de pânico e tenho muito medo de que ele se repita.
Durante o último ano meu humor tem se alterado sem causas aparentes.
Estou em um relacionamento pobre em comunicação ou em que eu e meu parceiro somos incapazes de resolver problemas.
Tive ataques de pânico recentemente com tremores, mal-estar e sudorese e parecia que iria morrer.
Tenho pouco ou nenhum interesse sexual e isso tem atrapalhado meu relacionamento.
Sofro de um medo extremo de algo ou alguma situação, e considero esse medo irracional ou excessivo.
Às vezes revivencio o horror sentido em um evento traumatico que vivi no passado.
Recentemente meus padrões de sono mudaram muito.
Por pelo menos 6 meses tenho sentido um nervosismo ou uma preocupação difícil de controlar.
Não sinto desejo ou não consigo comer o suficiente para manter meu peso corporal saudável.
Por pelo menos 6 meses tenho sentido necessidades sexuais estranhas como por exemplo ter contato sexual com crianças ou objetos inanimados.
Aguns lugares ou situações fazem me sentir numa armadilha ou em perigo, e eu me sinto muito nervoso nesses lugares ou situações.
Por ao menos uma semana tenho me sentido incrivelmente importante – quase como um deus.
No último mês tenho perdido o controle de alguns movimentos de partes do meu corpo.
Por pelo menos duas semanas tenho pensado frequentemente sobre querer morrer.
Qualquer uma dessas alternativas pode ser motivo para se procurar uma ajuda terapêutica, nem que seja para um esclarecimento sobre a intensidade do problema e os possíveis tratamentos.


Disponível em :<http://www.terapiaemdia.com.br/?p=671>

* Faça o teste!!! Você pode estar precisando de psicoterapia ...

domingo, 12 de junho de 2011

MITOLOGIA E PSICOLOGIA



 O RESGATE DA MITOLOGIA



“História da criação segundo a mitologia Grega” – disponível em: ...
portaldoprofessor.mec.gov.br



Existe uma espécie de preconceito generalizado contra os pensamentos não-científicos, especialmente contra os métodos filosóficos especulativos e o pensamento mítico.Porém, o estudo da Mitologia não pode ser visto com um interesse meramente histórico. A Mitologia Grega é a base do pensamento ocidental e guarda em si a chave para o entendimento de nosso mundo, de nossa mente analítica e de nossa psicologia. Ao se comparar a Mitologia Grega com as demais mitologias (africanas, indígenas, pré-colombianas, orientais, etc) descobre-se que há entre todas elas um denominador comum. Algumas vezes estaremos frente aos exatos mesmos deuses, apenas com nomes diferentes, sem que exista nenhuma relação histórica entre eles. Este material comum a todas as mitologias foi descoberto pelo psiquiatra suíço Carl Gustav Jung e foi por ele denominado de “Inconsciente Coletivo”. O estudo deste material revela-nos a mente humana e seus meandros multifacetados. Como foi dito, os mitos são atemporais e eternos e estão presentes na vida de cada Ser Humano, não importa em que tempo ou em que local. O estudo da Mitologia torna-se então essencial a todo aquele que pretende entender profundamente o Ser Humano e sua maneira de ver o mundo. Os deuses tornam-se forças primordiais da natureza psíquica humana e readquirem vida e poder. Nota-se a sua utilização no cotidiano em cada pequeno detalhe. A existência real dos deuses mitológicos antigos em todas as suas roupagens étnicas reafirma em última instância a idéia de divindade em si: através dos deuses encontra-se a “idéia de Deus” e, através dela, Deus em toda sua misteriosa ambigüidade. A Mitologia transfere o conhecimento humano de um plano meramente materialista (científico) para um plano psíquico vivo (Inconsciente Coletivo) e deste, para um derradeiro plano espiritual. O desafio está em realizar a verdadeira “religião” (religação) do mundo externo ao mundo interno, do concreto ao abstrato, do material ao espiritual, do mortal ao imortal e eterno.

Escrito pelo médico e psiquiatra  Bernardo de Gregório

Disponível em: <http://psicopauta.wordpress.com/2011/04/26/o-resgate-da-mitologia/>. Acesso em 9 de junho de 2011.


* O texto foi encontrado no site "psicopauta" .O postei, pois gostei muito da ligação entre mitologia e pisicologia inserida nele.

Motivação: a influência dos líderes nas empresas

 
  




 Motivação:  
a influência dos líderes nas empresas



Especialistas em Recursos Humanos indicam que um motivo relevante para o desligamento de profissionais nas empresas é a relação que possuem com seus líderes. Cada vez mais, as relações interpessoais são valorizadas no dia a dia das organizações e a falha ou falta de comunicação com seus superiores denota desmotivação por parte destes subordinados. A real insatisfação raramente é relacionada com a organização em si, mas, na verdade, é revelada pela má condução do líder perante sua equipe.
A Geração Y, que tem assumido papéis de grande responsabilidade nas organizações, dá muito mais valor ao relacionamento interpessoal do que as gerações mais antigas. Os profissionais mais velhos no mercado valorizam e são mais focados na essência e no comprometimento com os resultados da empresa, por este motivo, aceitam e podem passar por cima de uma relação com um colega de trabalho para atingir metas. Já na nova safra de profissionais, que foi criada e convive em meio a novas tecnologias e ao relacionamento na internet, por exemplo, exige-se das empresas que promovam um canal de comunicação franco e aberto.
Em qualquer relação corporativa, a definição das expectativas de ambas as partes é extremamente importante, mas, de maneira geral, é colocada em segundo plano. “Já vi muitas pessoas criarem inimizades com seus líderes porque a comunicação e a clareza não foram colocadas de maneira correta”, relata Marcos Moreno, consultor sênior da Muttare, consultoria de gestão. Ele também explica que além destes fatores, a empatia e personalidades muito diferentes também podem gerar estes conflitos, mas devem ser tolerados.
Existem alguns perfis que influenciam negativamente na relação líder x subordinado. Muitas pessoas em cargos de liderança não sabem ouvir os membros de sua equipe e têm a necessidade de querer sempre ter a razão dos fatos. Um colaborador não se importa com o líder que cobra resultados, mas o que não é aceito é uma condução injusta deste superior perante seus subordinados: criar estreitamento de relações baseado nos interesses pessoais, deixar que seu ego fale mais alto em relação aos objetivos da equipe e a ausência de feedback são os principais motivos de conflito. “O feedback é a forma mais primitiva de respeito com o colaborador. O profissional está todos os dias executando suas atividades e o líder sem a capacidade de trazer uma resposta, seja positiva ou de melhoria, perde muitos pontos com os subordinados”, explicaAlexandre Prates, especialista em liderança e desenvolvimento humano.
O líder não precisa ser o melhor em todas as atividades de seu grupo. Este profissional tem a função de agregar, estimular e desenvolver os melhores talentos. O que se espera de um líder é permitir que as pessoas dêem suas opiniões, troquem ideias e que desenvolvam suas competências e valores de forma agradável em prol do objetivo da organização. “O líder que gosta e que está envolvido com os subordinados, fatalmente terá sucesso nas relações interpessoais. Já um líder muito técnico, que tem muito conhecimento, mas que não possui esta habilidade de gerir pessoas, deve procurar aprimoramento em cursos como os de neurolinguístic, coaching e muita informação comportamental”, indica Prates.
A comunicação bem desenvolvida pode abrir grandes portas para o líder e facilitar no relacionamento com seu grupo. Porém, pode ser uma arma, pois quando esta competência é mal trabalhada, as relações podem influenciar negativamente no principal objetivo da equipe que são as metas e resultados.
Presume-se que a pessoa com a função de desempenhar o papel de líder deve estar preparada para este posto. Na relação com seus subordinados, este profissional exige clareza e transparência, mas, muitas vezes, ele mesmo não atua com postura ética. “A cultura da empresa pode ditar o modo de agir e pensar, pois, se desde o presidente da empresa a relação com subordinados é desrespeitosa ou sem transparência, os superiores em outros níveis hierárquicos agirão da mesma maneira, julgando ser a forma correta para o sucesso dentro da organização”, conta Marcos Moreno.





Colaborador

Quando ingressa na empresa, o profissional deve encarar aquela oportunidade como um meio de evolução para seus objetivos na carreira. O pensamento de perdurar durante toda a vida em uma única companhia está acabando – hoje, o alinhamento entre os interesses da empresa nos serviços do profissional e as intenções desta pessoa no período em que atuará naquela corporação são fundamentais para uma relação positiva. “O importante é que exista um ambiente, ao longo do tempo, onde as informações passadas para o grupo sejam verdadeiras e, com isso, os objetivos sejam claros”, afirma Moreno.
O colaborador deve ter a consciência que, independentemente do líder, existe algo maior: a empresa. Nos dias de hoje, profissionais e corporações buscam uma ligação entre cultura e valores. A falta de transparência nestas diretrizes faz com que o líder se torne a referência, espelho destes princípios. É fundamental que o funcionário entenda e assimile a cultura organizacional, pois, a partir deste momento, terá a noção de que sua permanência na empresa não depende apenas da relação construída com seu gestor. “Ao invés de pensar ‘não me dou bem com o meu líder’, o interessante é avaliar o que pode fazer para que esta relação melhore”, finaliza Alexandre Prates.


Disponível em: <http://visaoregional.com.br/2011/06/02/motivacao-a-influencia-dos-lideres-nas-empresas/>. Acesso em: 10 de junho de 2011.


*Este texto foi postado, pois achei muito interessante seu ponto de vista sobre motivação&liderança e gostaria de dividir com vocês!!!

Vida de inseto, administração e liderança...

 

Vida de insetos

 

Em recente artigo publicado neste Jornal de Hoje, intitulado Conteúdo Adulto, fiz uma análise sobre filmes infantis e o ambiente interno das empresas. O artigo teve uma grande repercussão. Muitas pessoas me enviaram mensagens pedindo novas abordagens sobre o tema. Como quem manda é o freguês, aqui vai o primeiro.
“Vida de Inseto” é um exemplo simplesmente maravilhoso. O filme é recheado de mensagens que parecem inspiradas no competitivo mundo das organizações. Uma aula de gestão de recursos humanos. Afinal, não existe empresa de uma só pessoa. O trabalho em equipe é a essência de uma organização. Quando pensamos em equipes, naturalmente pensamos em liderança. Todavia, a idéia de liderança ainda é mal compreendida por um grande número de “supostos líderes”.
O filme "Vida de Insetos"  nos mostra aimportância de uma boa liderança e dos grupos para a realização de objetivos...

O líder de um grupo não é necessariamente aquele que está no comando. Existem donos de empresas, diretores e gerentes que não lideram seus times. A liderança também nem sempre é positiva; existem pessoas que podem liderar um grupo para o fracasso coletivo. Líderes jamais são impostos: a liderança é algo que é percebida e aceita muitas vezes de forma subconsciente. O líder que precisa mostrar documento para provar que manda é apenas uma figura emblemática, não um verdadeiro líder. Nem sempre o líder é o mais simpático; ou o mais inteligente; muitas vezes ele nem mesmo é o mais competente. Ele simplesmente lidera – e a equipe inteira o tem como modelo e o segue.
A liderança também é situacional e depende de fatores externos. Um líder em determinada situação pode ser o liderado em outra. Afinal, pessoas têm perfis, personalidades e caracteres diferentes.
No filme em questão, o personagem principal, a formiguinha Flik, é um grande exemplo disso. Em sua colônia ele é totalmente desprezado. Porém, sua equipe de insetos, arregimentada para salvar as formigas da exploração dos gafanhotos, segue-o fielmente.
Entretanto, há um aspecto destacado pelo filme que é para mim o mais importante. A construção do espírito de união. Aí, sobressai-se imediatamente a questão do objetivo comum. Mas há ainda um ponto, muito bem explorado no filme, e muito mal nas empresas, que é o reconhecimento e a aceitação das diferenças. Um besouro, uma borboleta, um louva-a-deus, um bicho-pau, uma joaninha, uma larva e uma formiga, unem-se para derrotar a praga dos gafanhotos. Cada um com seu potencial. Cada um com sua fraqueza. Porém, nem por isso menosprezado. Em uma equipe não existe elemento descartável. Todos somam com o que podem, no momento que podem. Os líderes sabem como aproveitar essas diferenças em prol dos objetivos do grupo e produzir sinergia! É muito fácil trocar e tirar um elemento destoante. O líder, todavia, sabe “afinar” sua equipe, obtendo a melhor harmonia necessária. Se algum membro não está tendo o rendimento esperado, um grupo bem liderado sabe como ajustar-se para correção do rumo. Pois o problema de um, é problema de todos! Em um grupo bem liderado, o sentimento de unidade entre os membros supera o individualismo. É como uma família: você demitiria sua mãe ou seu filho colocando um elemento novo em seu lugar?
Ainda existem empresas em que insetos são mais bem tratados do que os colaboradores. Se você é empresário ou ocupa algum cargo de liderança deve estar querendo me perguntar qual é a solução. O que eu posso garantir é que nos tempos de hoje não há mais lugar para autoritarismo. Um clima de confiança é bem mais produtivo. Assista “Vida de inseto” e promova uma revolução de humanidade em sua empresa. Reconheça as lideranças existentes, valorize a diversidade, reúna todos em torno de um mesmo objetivo e semeie união e respeito. Torne todos responsáveis por cada um; e cada um responsável pelo resultado de todos. Como na bela fábula “Vida de Inseto”, você também conquistará a vitória.
26 de outubro de 2005
Jornal de Hoje 

Disponível em:< http://www.carlosvonsohsten.com/artigos/index.php?link=Ver&id=69>.Acesso em: 11 de Junho de 2011.

*Achei o texto muito interessante, gostei muito da relação feita entre o filme e alguns conceitos de administração (liderança, grupos, etc.) por isso estou o blogando aqui, espero que vocês aprovem também !!!

Psicologia E Marketing

Psicologia E Marketing 


Indagado sobre o assunto, Fabiano Pires comenta... 

 


Quando planejamos, utilizamos todos os aspectos relativos a comportamentos e hábitos de consumo, analisamos o meio e a cultura que envolvem nosso público (quais os modelos e valores que estas pessoas apresentam), buscamos analisar os modelos mentais determinantes que devam ser influenciados para se levar à influência da compra e - muitas vezes - ajudar ao consumidor em potencial a perceber que ele já tinha uma necessidade que desconhecia e que a partir daquele momento/informação ele pode satisfazê-la.
As percepções das pessoas são influenciadas de inúmeras formas (desde cores, formas, cheiros, até coisas que podem influenciá-lo de forma subjetiva e inconcientemente, como a comunicação subliminar que é super polêmica).
Marketing é a psicologia do consumo, para entendê-lo em suas causas e assim o poder influenciar através de inúmeras maneiras com ações bem planejadas e executadas com a finalidade de se conseguir gerar um impulso desejado em quem é visado por determinada organização, com um objetivo específico. Mktg é quase sempre influenciar (e até mudar) o comportamento humano e está ligado à comercialização de produtos e serviços, à conscientização e alerta para causas diversas (sociais, ambientais, etc), enfim, a mudar a percepção de "alguém" sobre um aspecto/tema específico.
 
Fabiano Pires. Projetista de Softwares


* Texto retirado de um site, pois demonstra a importância da psicologia no Marketing(tão importante para o curso de administração).

10 coisas que o Administrador deve saber sobre psicologia!





A Administração de Empresas é uma das ciências que em minha opinião, mais "bebe" conhecimento nos estudos multidisciplinares (de outras ciências). É um campo que concentra conhecimento da psicologia, matemática, estatística, economia, filosofia, sociologia, contabilidade, antropologia, história, geografia, engenharia, marketing, informática, tecnologia e a depender do campo em que o administrador está inserido, até áreas mais complexas ou atípicas para o senso comum, podendo citar o caso da física, química, biologia, medicina, enfermagem, afins. Visando esclarecer 10 pontos chaves sobre conhecimentos psicológicos aplicados a prática de gestão de organizações, o presente artigo apresenta fragmentos que representam um recorte da visão do autor a fim de nortear administradores ao buscar entender como a psicologia pode ajudá-los nos processos de gestão e desenvolvimento organizacional. 

Palavras Chaves: 
Psicologia aplicada à Administração de Empresas, Administração de Empresas, Psicologia Organizacional. 

I - A ciência psicológica abarca diversas vertentes teóricas 

A Psicologia ainda não chegou a um consenso sobre como olhar para o seu objeto de estudo: "O Homem e suas relações". Ela abarca vertentes teóricas, filosóficas, metodológicas, experimentais e afins, que dão ênfase a diferentes paradigmas, entre eles destacam-se: a psiquê humana (Exemplo de autor conhecido: Freud), a existência humana (Exemplo de autor conhecido: Hussel) e o comportamento (Exemplo de autor conhecido: Skinner). 

Ao buscar profissionais de psicologia e / ou conhecimentos desta ciência para aplicá-las a qualquer prática organizacional, seja em sistemas ou subsistemas, é necessário que o administrador conheça a visão de homem & mundo para cada uma delas. Somente sob controle de dados concretos sobre estas vertentes é que ele poderá realizar a tomada de decisão sobre qual vertente psicológica é a mais adequada para esta ou aquela contingência empresarial. 

II - Seres Humanos não são fantoches 

A Psicologia não está imersa no campo organizacional simplesmente para munir administradores de ferramentas para modelagem comportamental, motivação ou demais métodos de controle e manipulação da conduta humana. 

TODA abordagem psicológica, objetiva um equilíbrio entre os interesses da organização x interesses individuais de seus colaboradores, caso não seja possível este equilíbrio, ao menos, tentarão buscar a qualidade de vida para uma ou mais camada (s) de trabalhadores. 

TODA Abordagem teórica tem um compromisso com a ética da categoria. Ao adquirir conhecimentos psicológicos para prática organizacional, administradores aderem automaticamente tais compromissos. 

III - Psicologia e a Gestão de Pessoas 

Eleger estratégias assertivas de recrutamento de pessoal, aplicar, elaborar, validar e executar ferramentas para seleção dos melhores candidatos aos cargos certos para seu repertório comportamental, avaliar desempenho, elaborar, implementar e conduzir ações de treinamento e desenvolvimento humano, bem como de chefias e estilos de liderança, identificar contingências de estresse, promover a qualidade de vida, implementar planos de motivação, remuneração e resultados, avaliar cargos, salários e benefícios, fornecer atendimento individual ou coletivo, gerenciar pessoas, conflitos, conhecimento, confeccionar entrevistas de desligamento, e afins, ilustram algumas das práticas da Gestão de Pessoas cujo psicólogo ou conhecimento de sua ciência pode contribuir à administradores. 

IV - Psicologia e a Gestão de Marketing e Vendas 

Estudar o comportamento do (s) consumidor (es), realizar pesquisas de mercado junto a publicitários e marketeiros, implementar planos de incentivo à compra e venda, analisar tendências, comportamentos e personalidades, gerenciar pessoas na divisão comercial, motivá-las /á vendas, desenvolver equipes, aplicar feedback, agregar valores à marcas e patentes, ministrar palestras, organizar eventos, munir gestores comerciais de estratégias de negociação e sensibilidade ao cliente, promover programas de qualidade, participar de estratégias de fidelização de contas e clientes, e assim sucessivamente, ilustra mais uma infinita gama de atuações para psicologia aplicada à administração, neste caso, ao sistema de administração comercial. 

V - Psicologia e a Gestão de Produção 

Oxigenar relações humanas, controlar Turn over, absenteísmo, baixa produtividade, participar de lay outs que otimizem recursos, planejar comportamentos focando a administração do tempo, interar homem & máquina, elaborar programas de controle de estresse, prevenir lesões por esforços repetitivos, prevenir acidentes do trabalho em linhas de produção de alto, baixo ou médio risco, munir administradores e engenheiros de produção sobre conhecimentos da conduta humana, marcam mais uma área para inserção da psicologia nas organizações. 

VI - Psicologia e a Gestão da Tecnologia & Informação 

Integrar homem x tecnologias, elaborar e gerir programas de gestão do conhecimento, participar de controle de qualidade em help desk, call desk e afins, elaborar junto a equipe multidisciplinar efetivas práticas para pesquisas internas, controle de banco de dados, sistemas direcionados à usuários diversos, auxiliar tecnólogos a pensar nas variáveis humanas de planos e estratégias da informação, dentre outras ações, também marcam a presença da psicologia na Administração deste sistema. 

VII - Psicologia e Ongs 

Mesmo quando o administrador estiver atuando no 3º setor, o psicólogo pode ajudar no desenvolvimento de programas de auto - gestão, integração de grupos, interfaces, gestão de conflitos pessoais, individuais, coletivos e afins, identificar oportunidades e perfis de colaboradores para cada atividade, contribuir com projetos de qualificação, enfim, agregar valor à instituição para desenvolvê-las em termos "organizacionais". 

VIII - Psicologia e a Administração Pública 

Talvez o campo mais complicado para atuação de administradores formados e psicólogos, devido às suas resistências financeiras, falta de ética e profissionalismo de muitos políticos e demais variáveis, assim como todo e qualquer sistema ou subsistema de administração, o psicólogo e sua ciência, quando presente neste campo, deve dar seqüência à reflexões e buscas incansáveis de gaps para sua prática, bem como: Busca de patrocínio, formação de Ongs, projetos sociais, culturais, habitacionais, humanitários, saúde individual ou coletiva, educacionais, afins. 

IX - Toda profissão terá o seu mau profissional 

Assim como não podemos dizer que nunca houve administradores que não deixaram empresas chegarem a falência, não podemos afirmar que toda nutricionista é magra, que todo economista é rico, que todo médico se opera, que dentistas fazem o próprio canal, há psicólogos que deixam a desejar ao empregar o seu conhecimento no âmbito das organizações, bem como, há profissionais que se metem a espertos aplicar conhecimento de algo que não detém bagagem e repertório suficiente para o mesmo. Conhecer uma ciência, sua história, metodologia e filosofia, é o mínimo que podemos fazer ao utilizá-la. 

X - Psicologia deveria cuidar de pessoas e não de custo.... 

Para defender melhor o item X, convido os leitores a lerem um texto recente onde defendo que a divisão de RH deveria cuidar de gente e não de custo: (
http://www.redepsi.com.br/) . 

A grosso modo, a psicologia estuda o homem e suas relações, tem por sua natureza o compromisso selado com a qualidade de vida dos seres humanos. 



Disponivel em: 
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/10-coisas-que-o-administrador-deve-saber-sobre-psicologia/22171/